04 de novembro  |  Quarta-feira

ESPETÁCULOS

Com abertura da Cia Estável de Dança - Bauru (SP) com o espetáculo MORTE E VIDA SEVERINA, a São Paulo Companhia de Dança apresenta ao vivo o Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza, Grand Pas de Deux de Esmeralda e Aparições.

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20h

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 Youtube e Teatro Municipal

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Morte e Vida Severina

ABERTURA

Com  Cia Estável De Dança

Bauru - SP

A Companhia Estável de Dança de Bauru, da Secretaria Municipal de Cultura, abre a apresentação da São Paulo Companhia de Dança com a coreografia “Morte e Vida de Severina” de Arilton Assunção. A coreografia comemora os oito anos de criação da Companhia e é inspirada no Poema de João Cabral de Melo Neto.

Morte e Vida Severina - Cia Estavel - Fo

Foto de Loriza Lacerda

Criada e mantida pelo Governo do Estado de São Paulo, dirigida por Inês Bogéa.

ESPETÁCULOS

São Paulo - SP

São Paulo Cia de Dança

Grand Pas De Deux De Carnaval Em Veneza

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Criada originalmente sob inspiração de temas da peça Carnavale di Venezia (Op. 10), de Niccolò Paganini, essa obra integra o repertório clássico de grandes companhias. O Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza traz para a cena um duo clássico vibrante e virtuoso, que remete aos bailes de máscaras da Europa do século XVII.

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Foto de Charles Lima

SPCD - GPDD Esmeralda - Diego de Paula e

Grand Pas de Deux de Esmeralda

Inspirado em Notre-Dame de Paris (conhecido como O Corcunda de Notre Dame), de Victor Hugo. Apresentada pela primeira vez em 1844 por Jules Perrot. Conta a história da cigana que se apaixona por Phoebus, oficial da guarda na Paris do século XV. Entre as dificuldades do casal está a noiva do oficial, da alta sociedade. A criação da SPCD contempla um grand pas de deux da obra original, onde Esmeralda e Phoebus comemoram a possibilidade de viver o amor.

Foto de Charles Lima

Aparições

Criação da coreógrafa contemporânea Ana Catarina Vieira para aSPCD, Aparições se inspira nas obras de Portinari, César Guerra-Peixe e nas danças populares do nordeste. Os figurinos e elementos cênicos de Marco Lima ampliam o gesto no espaço. A luz de Wagner Freire dialoga com os elementos e contribui para a dramaturgia. Seguindo o protocolo de distanciamento social, o elenco é formado por bailarinos que já convivem pessoalmente em seu cotidiano.

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Foto de Fernanda Kimayr